quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Projeto pesquisa de montagem Performance e/ou monologo: Vinda da Zona.


Vinda da Zona
Projeto de pesquisa
Prostituição 2014
Rio de Janeiro - Brasil


Projeto pesquisa de montagem Performance e/ou monologo: Vinda da Zona.

APRESENTAÇÃO

Realizar estudos cênicos com estudo do perfil psicológico da personagem no contexto tema pesquisa prostituição, e implantar uma nova montagem para apresentar a Performance e/ou monologo: Vinda da zona.


 Estudos laboratoriais:
Prostituição no Rio de janeiro (pesquisa de campo)
Tema principal do estudo:
Estudo do perfil psicológico da personagem.
Orientação da Mestra Tatiane de Andrade, psicóloga.




segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Relatório da pesquisa ’Prostituição no Brasil' _ Ceará


Relatório da pesquisa ’Prostituição no Ceará’

Inicialmente foi verificada a prostituição nas redondezas da cidade Aracati, onde é possível ver prostitutas passeando pela cidade de moto, conquistando seus clientes pela rua, algumas freqüentam um barzinho que fica perto da Igreja Matriz, em busca de seus negociadores.


A procura direta aos clientes pelas prostitutas e a caçada dos mesmos às prostitutas; que se aproximam, como se não quisessem nada, mas depois de muita bebida e conversa elas dão seu preço pelo produto comercializado.
Numa cidade pequena, de pessoas recatadas, algumas garotas de família, vendo um possível e expressivos lucros na prostituição migram (sem conhecimento da família), para a capital e pontos turísticos do Estado do Ceará em busca do dinheiro dito fácil. E com isso, uma vez descobertas, ficam famosas e geram revoltas na população local, que tem pré-conceito com a profissão. Teve ate uma moça que dançou uma espécie de musica da RAM e acabou por deixar seus instintos aguçados da profissão “SEXO” transparecerem em meio ao público, e foi ridicularizada pelos nativos na internet, migrando então para São Paulo, (dizem que ficou queimada no local).

Temos dois lados da moeda o efeito estufa de um turismo sexual e predatório, (no sentido de estimulo a população local de se prostituir), feito por italianos, portugueses e espanhóis com seus vôos freqüentes, porém esse dinheiro que vêm da Europa estimula o crescimento econômico.
No interior de Acarati, vemos muitas mulheres se prostituindo aos nativos a valores baixos que variam de 30 a 40 reais, nos estabelecimentos locais. 

 Bordéis em Aracati - Ceará
 Quarto

 Mictório



A primeira vista pode-se pensar que esta profissão não lhes provém os referidos recursos, mas elas fazem no Maximo cinco programas ao dia, chegando a levantar uma media de R$ 2.500,00 a R$ 3.000,00 ao mês, confessam que depois de sua cota atingida não fazem mais programas na noite a não ser que o cachê aumente acentuadamente.
Em Canoa Quebrada cerca de 80% do “paraíso” já pertence a estrangeiros, segundo os nativos, e hoje movimenta muito mais o turismo que Aracati.

“Em minha ida a Canoa, aconteceu algo a se repensar nesse turismo desenfreado. Depois de dois goles de whisk’s durante um lual findei por passar muito mal, e como nesse meio tempo conheci muita gente estranha, penso que durante uma dança ou outra colocaram algo no meu copo, sorte que estava com artistas do Rio e de Icó, que me deram todo o apoio necessário para voltar para casa, acho que foi um boa noite cinderela, na mesma situação que eu estava uma menina sozinha na praia jogada sem ninguém, vendo que este problema deve ser freqüente peço às autoridades que protejam seus turistas, obrigando os estabelecimentos a servirem bebidas com copos tampas, pois creio que isso possa se tornar uma pratica para aliciamento sexual ou mesmo roubo”.

Na grande Fortaleza, conseguimos entrar em “inferninhos” de alto nível bares, boates, uma prostituta chamada Vera muito bonita, divertida, sensual que gosta daquilo que faz, ou pelo menos de receber pelo o que faz, ela colocou silicone, cuida de sua beleza como se fosse uma artista de Hollywood, seu jeito fascinante conquista a multidão de homens que babam durante sua performance “No queijo”.
“Gosto que conquistar meus clientes, quando quero algum cliente vou lá e conquisto.” (Dia Vera).
Sua vida e daquelas garotas gira em torno da venda do seu corpo, sem problemas com os outros, pensam diferente da posição das prostitutas do interior, Fortaleza vive a apoteose do sexo, um sexo caro e convidativo, “Juro que fiquei até excitada”.
“Meu cachê mesmo custa R$ 250.00, mas têm “gringo malaca” que já veio mais de uma vez a Fortaleza que ta pagando somente R$ 150.00, o cachê cheio é por turistas que vem a primeira vez.” Diz Vera.

Segundo relato de vera e de outras meninas que conhecemos na noite de Fortaleza os “meses quentes estão para vir, os aviões vão vir superlotados de gringos, agora de agosto por diante ate o final da temporada”.
Quanto ao ganho, algumas dizem que fazem apenas mil reais por semana, e outras dizem que chegam a faturar quase 6 mil. “Tudo depende da publicidade”.
(Vera assumiu que nesses meses sua agenda fica cheia e que fecha pacotes para passar ate 15 dias com o mesmo cliente).


As notas dos jornais são claras e refletem bem a prostituição na capital, são paginas e paginas de garotas que se prostituem.
Lembrando que essa é uma media geral da prostituição em cidades turísticas de todo pais.
O jogo se prostituir, gera uma dupla vida: A das aparências- feitas pelas estudantes universitárias e pessoas simples que ainda moram com seus pais no subúrbio e a dos prostíbulos onde elas assumem a personalidade “femmes fatales”, postura de mulheres sedutoras, que vão colecionando histórias dos seus furtivos casos com homens que passam por suas vidas.
 A dupla identidade persegue as prostitutas o tempo inteiro, inclusive quando vão à faculdade, pré-conceito que permeia a profissão.
Atriz Adriana Calumby num clube de prostituição em Fortaleza.
Em uma análise do nosso laboratório “No queijo”, dançando para uma clientela especifica, conseguir olhares e proposta que nos fizeram balançar de emoção, não só pela sensação de se sentir uma delas, mas também por ter gringos bonitos, cheirosos, loucos para pagar e reter um pouco da nossa essência, o sexo de um foi aguçado pelo sexo do outro, o estimulo do olhar, do sentir pulsar estimulou o tesão, começamos então a questionar porque esse gringos vem ao Brasil em busca de sexo, será que somos mais
gostosas, dizem que as “putas” brasileiras são as únicas que “gozam”, se bem que esta eu duvido, o prazer está no pagar, mas na Europa é muito caro custa 300 euros e no Brasil alem de tudo tem todo a ginga as pessoas são de bem com a vida. E vou lhe confessar, as prostitutas são seres mágicos, simpáticos, uma boa companhia, tem uma papo muito gostoso e atraente. São pessoas que optam pelo que há de mais pratico para conseguir dinheiro, e muitas pensam com a cabeça de cima. Pensam em sua independência financeira, que venhamos e convenhamos aqui no Brasil é difícil manter a decência para se chegar onde se quer. Não que elas sejam indecentes, falo da decência da consciência de seu corpo, com a venda dele, com o querer o melhor para si, e elas querem crescer para fora. E nesse mundo capitalista, no qual vivemos sempre acabamos abrindo as pernas mais cedo ou mais tarde.
Não sinto vergonha em seu olhar, no seu agir, sinto uma passagem pratica e fiel com o mundo atual de impossibilidades. Hoje posso dizer sou a favor de que a profissional do sexo seja autorizada na sua pratica, elas não afetam ninguém que não queiram ser afetados. Só não sei se perderia essa informalidade da pratica nesse submundo, muitas preferem se manter no escuro, alegam ser mais gostoso e tem sempre uma volta ou esperança de retorno a sua antiga vida. Vejo mais esse fator proteção do Estado para as meninas que estão no interior com seus clientes, sujas e maltrapilhas, essas sim precisam de mais dignidade de vida de ambiente limpos para pratica de sua prostituição.        
As mulheres acham que vão encontrar o “Gringo Salvação”.  Que não só lhe mudaram a situação financeira mais também lhe proporcionaram o conto da cinderela. Muitas delas sofrem uma vez na Europa de maus tratos, pois tentam dar o famoso golpe da barriga e acabam descobrindo que muitos deles são pessoas comuns, o famoso turista marceneiro que junta grana o ano todo pra vim fazer urgias com as brasileiras.

Na praia do futuro, alem de encontrarmos problemas de uma grande metrópole, vemos nitidamente dançarinas famosas locais se prostituindo a preços elevados. Diz nativo.







Vinda da zOna _ Um retrato da Prostituição no Brasil (processo e currículo)

Processo e currículo do espetáculo:

 

                    O processo cênico de criação “Vinda da zona” teve como referencial a pesquisa desenvolvida pela interprete que versa sobre a prostituição em Maceió tomando depoimentos de profissionais em 2009-2010 pela interprete em locais de prostituição da cidade alagoana. O trabalho-pesquisa foi abraçado pelo Grupo de Pesquisa da ETA - Escola Técnica de Artes da UFAL que desenvolve pesquisa em processos criativos no trabalho do ator, sob Coordenação da professora Ms Carla Antonello  em 2010, com a finalidade de produzir  a performance “Vinda da zona”, O ponto de partida do processo cênico foi o corpo aprender a gestualidade, a partir de um treinamento na busca de um ritmo das ações, que se alimentava das imagens e do próprio imaginário inerente do universo da prostituição, que em si carrega múltiplas situações tanto das profissionais como da clientela. O trabalho começou com uma performance, mas a pesquisa evoluiu para a encenação de um monólogo, se abriu inquietações escondidas nas ambigüidades das relações envolventes e desconcertantes na rotina, nos conflitos, nos desejos e na solidão atravessados no exercício da prostituição, que é permeado de discriminações e intolerância pela sociedade na necessidade de afirmação de sua identidade hipócrita. O monólogo “Vinda da zona”, baseado na obra “Ghesas de Eros” de Paulo Bauler e textos da pesquisa dos laboratórios da atriz, e demonstra o universo da poesia erótica, além de, inicialmente, retratar a prostituição na cidade de Maceió no estado de Alagoas.   


Este projeto foi apresentado:


Performance

“Vinda da zona”


Estréia
Local: Praça Sinimbú
Data: 11 de outubro de 2010
Horário: 11 hrs

Seminário do Teatro no Ensino...?
Data: 07 de maio de 2011
Local: Sala Preta - Espaço Cultural da UFAL – Maceió.
Horário: 10 hrs


Monólogo


 “Vinda da zona”



Estréia
Local: Maceió - Hotel em construção _ praia de guaxuma _ beira mar 
Data: 10 de dezembro (Sexta), às 17h. Entrada Franca.


Festival de Curitiba _ FRINGE 2011
Local: Auditório Brasílio Itiberê
Endereço: R. Cruz Machado, 138, Centro, Curitiba, CEP: 80410170
Data: 01/4/2011 ás 21 hrs; 02/4/2011 ás 17 hrs e  03/4/2011 ás 21 hrs
Valor: 10 reais (meia) e 20 reais (inteira)

Local: Praça do Barão_ Aracati Ceará
Horário: 19h
Data: 21\0
VII Festar – Festival nacional de teatro de rua
Local: Praça do Barão _ Aracati/Ceará
Data: 21/07/2011
Hora: 19h



                    As inquietações da atriz-pesquisadora ampliou sua pesquisa quando o espetáculo passou por Curitiba, desenhando uma linha tênue sobre o universo da prostituição local.

                         

                   O projeto foi selecionado para participar do VII FESTMAR – Festival Nacional de Teatro de Rua do evento que se realizará na cidade de Aracati, no estado do Ceará, no período de 20 a 23 de julho.

                    O projeto pesquisa aproveitará a oportunidade, mais uma vez, para ampliar sua pesquisa acordar do universo da prostituição nas cidades com níveis acentuados próximas do FESTMAR sobre o tema foco “prostituição” a exemplo da própria capital de Fortaleza no estado do Ceará com o objetivo de colher mais informações sobre o universo da prostituição a nível Brasil. A pesquisa também conta com o estudo do universo de acompanhantes que fazem uso da internet com anúncios publicitários.


 


 

 

 

sábado, 30 de julho de 2011

Registro Vinda da Zona (performance) no VII Festmar _ Festival Nacional de Teatro de Rua em Aracati _ Ceará



Vinda da zona _ Um retrato da prostituição no Brasil_ 
Festival Nacional de Teatro de Rua 
do Movimento de Agitação e Resistência da Cultura Popular
com Adriana Calumby




































domingo, 19 de junho de 2011

Vinda da zOna _ Monólogo _ Festival de Curitiba 2011

Universidade Federal de Alagoas
Escola Técnica de Artes
Grupo de Pesquisa Da ETA
Vinda da Zona
Projeto de pesquisa – performance e monologo
Ano 2010-2011
Vinda da zona - prostituição


Peça que retrata a prostituição em Maceió e narra o contexto em fragmentos na presença física da atriz, nas vozes e nos objetos que recriam o cotidiano, os sonhos, a solidão em paisagens repetidas no ritual do eterno retorno.


Espetáculo: Vinda da zona
Encenação: Carla Antonello
Local: Auditório Brasílio Itiberê
01/04 às 21h
02/04 às 17h
03/04 às 21h
Endereço: R. Cruz Machado, 138, Centro, Curitiba, CEP: 80410170


Vinda da Zona
Monologo

Gênero: Experimental
Autor: Adriana Calumby e Paulo Bauler
Diretor: Carla Antonello
Elenco: Adriana Calumby
Duração: 45 minutos
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos
Descrição: A peça retrata a prostituição em Maceió (Alagoas) e narra o contexto em fragmentos, com a presença física da atriz, vozes e objetos que recriam o cotidiano, os sonhos e a solidão em paisagens repetidas no ritual do eterno retorno (Maceió-AL)
Iniciada em 2010 pelo Grupo de Pesquisa da ETA - Escola Técnica de Artes da UFAL – Universidade Federal de Alagoas.

A interprete e produtora cultural Adriana Calumby, ao passar pelo Festival no estado do Ceará, continuou sua pesquisa e também no grande centro da megalópole da cidade do Rio de janeiro,e agora quer centralizar sua pesquisa nos centros de pesquisa aplicada em teatro.
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Vinda da zona links:
http://vindadazona.blogspot.com/
http://twitter.com/VindadazOna
http://www.youtube.com/vindadazona


"Não somos um mero objeto do pecado, mas sim o desejo por algo que o homem não consegue explicar."


A Criação

O processo cênico de criação teve como referencial a pesquisa desenvolvida pela intérprete que inicialmente versou sobre a prostituição em Maceió tomando depoimentos de profissionais, e agora se expandiu para demais localidades do Brasil. O ponto de partida foi o corpo aprender a gestualidade, a partir de um treinamento na busca de um ritmo das ações, que se alimentava das imagens e do próprio imaginário inerente do universo da prostituição, que em si carrega múltiplas situações tanto das profissionais como da clientela. O trabalho começou com uma performance, mas a pesquisa evoluiu para a encenação de um monólogo, na abertura das inquietações escondidas, nas ambigüidades das relações envolventes e desconcertantes, da rotina, dos conflitos, dos desejos e na solidão atravessada no exercício da prostituição, que é permeado de discriminações e intolerância pela sociedade na necessidade de afirmação de sua identidade hipócrita.
Vinda da Zona vinda de qualquer parte em partes que se partem nas zonas fronteiriças, zona central, da zona que se pede, se desdobra, me zonas de turismo, zona da fome, zona da miséria, zona que resta vindas de idas sem saída.

Ficha Técnica:


Patrocínio e realização: Escola Técnica de Arte - ETA
Encenação: Carla Antonello
Pesquisa e Atuação: Adriana Calumby
Dramaturgia: Fragmentos do livro "Ghesas de Eros" de Paulo Bauler Adaptação Carla Antonello
Texto: Adriana Calumby
Acessórios e objetos: Carla Antonello e Adriana Calumby
Figurinos: Andréia Almeida
Técnico de som: Edilberto Sandes
Vozes -em-off: Andréa Almeida, Amaro Aguiar, Anesia Bello, Elaine Roque, Esmel Xavier, Gelly Silva, Rayane Wise e Ticiane Simões.
Fotos e Desing Gráfico: Keyler Simões
Operação de som: Carla Antonello
Produtora Executiva: Adriana Calumby


“Não somos um mero objeto do pecado, 
mas sim o desejo por algo que o homem não consegue explicar”
 
 
O monólogo Vinda da Zona:

... foi concebido na motivação dos trabalhos laboratoriais feitos pela atriz Adriana, mais conhecida como Calumby. Sua pesquisa foi impulsionada na grande sacada do desejo de sensibilizar e humanizar a prostituta sem perder a essência do seu ímpeto, relacionados ao erotismo e a venda do corpo da mulher. Vinda  de qualquer parte em partes que se partem nas zonas fronteiriças, zona central, da zona que se pede, se desdobra, me zonas de turismo, zona da fome, zona da miséria, zona que resta vindas de idas sem saída.
 
O processo cênico de criação teve como referencial a pesquisa desenvolvida pela interprete que versa sobre a prostituição em Maceió tomando depoimentos de profissionais. O ponto de partida foi o corpo aprender a gestualidade, a partir de um treinamento na busca de um ritmo das ações, que se alimentava das imagens e do próprio imaginário inerente do universo da prostituição, que em si carrega múltiplas situações tanto das profissionais como da clientela. O trabalho começou com uma performance, mas a pesquisa  evoluiu para a encenação de um monólogo, se abriu inquietações escondidas nas ambigüidades das relações envolventes e desconcertantes na rotina, nos conflitos, nos desejos e na solidão atravessados no exercício da prostituição, que é permeado de discriminações e intolerância pela sociedade na necessidade de afirmação de sua identidade hipócrita.

O espetáculo também esquentará os alicerces da grande Curitiba. Vinda da Zona é um espetáculo que retrata a prostituição e não entrega nada pro público de bandeja, pois é um trabalho para um publico pensante. Tendo como elementos da pesquisa o trabalho da atriz de corpo presente em cena. Sem vulgaridades, nem apelativos ao sexo pelo sexo. O espetáculo passa as vertentes da carreira prostituição sendo o marco do desenvolvimento do processo cênico de Vinda da Zona.

 


Mestra Carla Antonello, professora e diretora de teatro:


Graduada em Educação Artística com Habilitação em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Maria (1995). Mestrado em Arte Contemporânea pela Universidade de Brasília (2004) "A Performance como Linguagem Cênica em Realidade Virtual". Atualmente é encenadora e professora da Escola Técnica de Artes/ ETA da UFAl. Vice-coordenadora da Especialização no Ensino da Arte: com habilitação em Teatro, Dança, Música e Artes Visuais.


Currículo da Direção:

Carla Medianeira Antonello, professora com formação acadêmica/titulação em mestrado em Arte pela Universidade de Brasília (UnB), sob orientação da Profa. Dra. Tania Fraga "A Performance como Linguagem Cênica em Realidade Virtual"
1995: Graduação em Educação Artística Licenciatura em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM-RS).
Atualmente: Professora da Universidade Federal de Alagoas
Escola Técnica de Artes/ETA com habilitação em Teatro, Dança, Música e Artes Visuais/ UFAL.

Patrocínio e realização:
ETA - Escola Técnica de Arte/UFAL
http://www.etaufal.com/2011/03/vinda-da-zona-no-fringe-curitiba.html


http://www.festivaldecuritiba.com.br/espetaculos/view/375